Tempo
Cada segundo afasta o primeiro
E rodopia devagar dá corda ao vento
O primeiro vem primeiro que o segundo
Pois talvez já esteja cansado de tanto rodar
Roda roda, roda o tempo roda a gente
Que somos tempo também.
Botão
O botão da minha camisa caiu
Descoseu-se a linha levou um esticão
Onde está o meu botão a casa está vazia
Ainda agora morava lá, mas o botão caiu
O botão caiu o botão rolou
Onde está o botão
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
2 comentários:
está diferente. mais experimentalista. muito interessante a composição e a sensação de duas imagens distintas a personificarem enfado sobre o mesmo tecto.
experimental e muito bom.
no que toca ao meu gosto particular, esta é uma das tuas poesias que mais me suscitou interesse.
folgo em ver que estás a escrever
És lindo…Diz o Mestre…continua pelo caminho certo…
Um abraço…e que pintes o mundo de letras…
Candido...
Enviar um comentário